São muitas as dúvidas que tenho e apenas uma certeza: começou uma nova era para o jornalismo. Diante disso:
- Qual o papel do jornalista na Web 2.0, tendo em vista que nesta “segunda geração da Internet” as atenções se voltam para o jornalismo participativo, com conteúdo gerado pelo usuário?
- Qual o papel das chamadas “velhas mídias” diante da Web 2.0, onde o consumidor deixa de ser audiência e passa a ser protagonista, com a tendência do jornalismo participativo e o internauta no controle da captação, produção e distribuição de conteúdo?
- Qual o papel dos sites de jornalismo nesta nova geração da Internet?
- Como fica o controle editorial e jurídico x a necessidade de liberdade e agilidade na divulgação de conteúdo colaborativo?
- Que tipo de jornalismo será “consumido” pelos nativos digitais?
- Será que as formas atuais de captação e publicação de conteúdo pelos sites noticiosos atenderão esses consumidores que ficam on-line, ao mesmo tempo em que deixam a TV ligada, mandam mensagens pelo celular e têm uma comunicação instantânea com linguagem “miguxês” – xau, aki, prq, naum…
- Partindo do pressuposto que os nativos digitais já têm embutidos os novos conceitos de tecnologia, que eles “consomem” várias mídias ao mesmo tempo, que eles estão conectados em comunidades virtuais e com uma demanda constante por inovação, que tipo de produto televisivo será oferecido para esses consumidores?
- Como é que as “velhas mídias” vão se adaptar a essa nova forma de consumo? Como entender e falar a mesma linguagem desses “miguxes” – tão diferente dos padrões tradicionais de jornalismo?
- Será que essa nova geração realmente se interessa pelos produtos oferecidos pela TV? Ou será que a audiência tende a cair à medida que os nativos digitais assumirem o posto de consumidores atuais?
Até a próxima!